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01 de dezembro de 2017

Para a AIDS, não existe padrão.

Durante os anos 80 e 90, foram revelados muitos casos da doença, que é intitulada como AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Alguns deles vieram a público por atingirem celebridades mundialmente conhecidas, como é o caso do vocal Freddie Mercury, da banda Queen. Freddie escondeu até 24h antes de sua morte que era soropositivo. Reconhecido pelo seu amor a vida e ao trabalho, o vocalista parou os tratamentos por alegar que "a vida já não era mais divertida". Brian, seu amigo e colega de banda, chegou a revelar que Mercury perdeu parte do pé esquerdo durante o tratamento da doença.


Naquela época, os tratamentos eram limitados, pois era uma descoberta muito recente. Muitos portadores do vírus só tinham ciência quando o caso já estava em seu estado avançado, por isso vinham a óbito pouco tempo depois da descoberta.


Hoje em dia, porém, com os avanços da medicina e da ciência, já se pode manter a estabilidade da doença por mais tempo. Para isso, é necessário seguir fielmente os tratamentos disponibilizados, inclusive pela rede SUS. A AIDS é tratada com medicamentos que combatem o vírus e fortalecem o sistema imune, os antirretrovirais. Apesar de não curar, é possível oferecer uma vida mais longa e saudável, se o portador mantiver o tratamento cordialmente para evitar que o caso seja agravado e que doenças relacionadas a AIDS, como tuberculose e pneumonia, venham a ser desenvolvidas no organismo.


Quando deve ser iniciado o tratamento?


É unanime entre os médicos, a afirmação "quanto antes, melhor.". Isso quer dizer que, assim que o vírus for descoberto, o tratamento deve ser iniciado.
A pessoa que já se encontra num estado avançado do quadro, corre o risco de desenvolver uma inflamação conhecida como Síndrome inflamatória de reconstituição imune, no entanto esta terapia deve ser mantida e o médico poderá avaliar o uso da Prednisona por uma ou duas semanas para ajudar a controlar a inflamação.


Quais são os medicamentos disponíveis para o tratamento da AIDS?


Juntos, eles são chamados de coquetel medicamentoso. De acordo com o site www.tuasaúde.com, são eles:
• AZT - Zidovudina;
• DDI - Didanosina;
• DDC - Zalcitabina;
• 3 TC - Lamivudina
• D4T - Estavudina.

 

Disponíveis via SUS, qualquer paciente que seja soropositivo deve fazer uso dos mesmo. Procure o posto de saúde mais próximo, caso seja necessário o início desse tratamento.


Após a revelação de muitos casos no meio das celebridades, várias instituições foram criadas para ajudar pacientes portadores desse mal. Uma delas é a Sociedade Viva Cazuza que atende crianças e adolescentes portadores do HIV/AIDS. Além dos pacientes adultos com a doença, que na sua maioria são analfabetos, e são cadastrados para receberem mensalmente cesta básica e apoio no tratamento. O Programa de Adesão e Tratamento da ONG acompanha 140 pessoas que têm dificuldades para ler e compreender a prescrição médica. Um cartão colorido é distribuído pela instituição e ajuda os pacientes analfabetos a identificar os remédios e os respectivos horários que devem ser tomados durante todo o tratamento. A disciplina é fundamental para o controle da doença.


A organização é também uma homenagem ao filho de seus fundadores. O cantor e poeta brasileiro, Cazuza, portador de HIV/AIDS e falecido em 7 de julho de 1990 por complicações na doença. Você pode conhecer mais sobre a sociedade no site: www.vivacazuza.org.br


Para o combate a AIDS foi determinado um dia que marca essa luta, 1 de dezembro. Transformar esta data em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde, como relata o portal Rede Escola. www.redescola.com.br
A AIDS não tem cara, gênero ou idade. Portanto, a prevenção ainda é o melhor remédio.


Abrace esta causa!

 


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