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25 de novembro de 2014

Dia Internacional da Não-violência contra a Mulher

O dia 25 de novembro foi declarado o Dia Internacional da Não-violência contra a Mulher, uma homenagem às irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como "Las Mariposas", que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país. Elas foram perseguidas diversas vezes e presas, até serem brutalmente assassinadas. A partir de então a data passou a ter grande importância, principalmente para aquelas que sofrem ou já sofreram violência.

 

O objetivo de se destacar esta data é conscientizar as pessoas com informações sobre feminicídio, denunciar o aumento do número de casos de morte de mulheres agredidas e atuar contra a impunidade.

 

A violência ocorre nos espaços públicos e privados, e não é só agressão física, é também psicológica e moral. Agressões verbais reduzem a autoestima e fazem as mulheres se sentirem desprezíveis, causam danos à saúde, geram estresse e enfermidades crônicas. A violência interfere na vida, no exercício da cidadania das mulheres e no desenvolvimento da sociedade em sua diversidade. A violência conjugal tem forte impacto sobre a saúde física e mental das mulheres. Os atos ou ameaças de violência, infundem medo e insegurança.

 

As mulheres agredidas tendem a ser menos produtivas. Faltam mais ao trabalho, apresentam dificuldade de concentração e desenvolvem uma baixa auto-estima. Estão também mais propensas à depressão e ao "stress", trata-se, portanto, de uma questão social, que não distingue cor, classe social e nem raça.

 

O combate à violência contra a mulher exige ações integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. Como problema público, exige políticas públicas, decididas e devidamente apoiadas. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para todos os segmentos da sociedade. A violência contra a mulher é, também, um problema de saúde pública. O  reconhecimento deste fato implica na qualificação e formação dos profissionais de saúde para enfrentarem este problema.

 

As mulheres têm de continuar a trabalhar para conquistarem espaços de cidadania, fazendo valer os seus direitos e ter uma maior participação nas políticas públicas.

 

 

 


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