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26 de maio de 2018

Dia Mundial de Combate ao Glaucoma

O que é Glaucoma
O Glaucoma é um conjunto de diversas doenças distintas que envolvem a pressão intraocular associada a neuropatia óptica. Por conta disso, ele possui características bem específicas, em que ocorre um dano no nervo óptico - parte do olho que carrega a informação visual até o cérebro -, causando a perda progressiva (se não tratada) e irreversível da visão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma é a segunda maior causa de cegueira no mundo, ficando atrás apenas da catarata. Estima-se que a prevalência da doença no mundo é de aproximadamente 1 a 2%; já no Brasil, a estimativa é de que 900 mil pessoas são portadoras da doença.
Fatores de risco
O glaucoma possui um caráter hereditário, onde familiares de quem possui a doença tem mais chances de desenvolvê-la também. Porém, além desse fator de risco, há ainda outros que podem influenciar o seu aparecimento, conforme a lista a seguir:

Pressão intraocular elevada;
Idade acima de 60 anos ou acima de 40 anos (para casos de glaucoma agudo);
Afrodescendentes tem mais tendência a desenvolver a doença, principalmente acima dos 40 anos;
Histórico familiar apresenta risco de até 6 vezes mais do desenvolvimento da doença;
Doenças como diabetes, problemas cardíacos, hipertensão e hipertireoidismo;
Doenças no olho, como tumores, descolamento de retina e inflamações;
Uso prolongado de medicamentos à base de corticosteroides.

A ocorrência de glaucoma só pode ser detectada após exames oftalmológicos realizados pelo oftalmologista. Por isso, é super importante que você vá ao menos uma vez no ano no médico, para realizar os diversos exames que diagnosticam não só essa doença, mas várias outras também. Quanto mais cedo diagnosticado o glaucoma, melhores são as chances de seu tratamento.

Diagnóstico:
Dentre os exames que o médico poderá realizar estão:

Acuidade visual: detecta alterações na visão.
Exame de pupila: detecta lesão nas vias ópticas, incluindo o nervo óptico.
Exame com lâmpada de fenda: avalia o interior e o exterior do olho.
Tonometria: confere a pressão intraocular.
Fotografia do nervo óptico: documenta a aparência do nervo óptico, além de ser muito útil em sua monitoração.
Nervo óptico: mede a escavação e a palidez.
Gonioscopia: avalia o ângulo da câmara anterior do olho.
Campo visual: verifica a perda de campo visual do paciente.

Tratamento para o Glaucoma
Por mais que o Glaucoma não tenha cura, há diversas formas de tratamento para que a perda da visão seja controlada e também para que a qualidade de vida do paciente seja a melhor possível. Além disso, o tratamento deverá ser individualizado, considerando os seguintes fatores:
Gravidade do glaucoma;
Idade do paciente;
Histórico familiar;
Espessura da córnea.

Fonte: minutosaudavel.com.br

 


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