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28 de julho de 2018

Dia Mundial de luta contra Hepatites Virais

O Dia Mundial das Hepatites Virais é realizado todos os anos em 28 de julho, reunindo todo mundo ao redor de um único tema para promover a conscientização do impacto global da hepatite viral e para influenciar uma mudança real.
A hepatite viral é uma das principais causas de morte do mundo, responsável por 1,34 milhão de óbitos por ano, cifra que supera as mortes causadas por HIV/AIDS, tuberculose ou malária. Somados, os vírus da hepatite B e hepatite C causam dois em cada três casos de câncer de fígado no mundo todo.

Objetivos da campanha

• Promover a conscientização sobre a importância de aumentar o diagnóstico e encaminhamento para tratamento.
• Incentivar as pessoas a fazer os exames
• Fundamentar a necessidade de políticas nacionais de vigilância epidemiológica Instruir e orientar populações mais amplas sobre a hepatite viral, com foco específico na prevenção, diagnóstico e tratamento.

Um plano pactuado entre o Ministério da Saúde, estados e municípios, pretende eliminar a hepatite C no Brasil até 2030. A ideia é simplificar o diagnóstico, ampliar a testagem e fortalecer o atendimento às hepatites virais. Atualmente, a hepatite C tem o maior número de notificações dentre todas as hepatites. Em 2017, a taxa de incidência foi de 11,9 casos por cada 100 mil habitantes. São mais de um milhão de pessoas que tiveram contato com o vírus do tipo C, o que representa 0,71% da população brasileira.

Prevenção
Existem várias medidas que podem evitar a transmissão das hepatites virais:
• Usar preservativo em todas as relações sexuais;
• Exigir materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e de piercings;
• Não compartilhar instrumentos de manicure e pedicure;
• Não usar lâminas de barbear ou de depilar de outras pessoas;
• Não compartilhar agulhas, seringas e equipamentos para drogas inaladas e pipadas, como o crack.

Vacinação
A vacina contra a hepatite B deve ser recomendada para jovens até 29 anos, para as populações vulneráveis* (em especial, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas) e para profissionais de saúde. É um direito e é a melhor forma de evitar a hepatite B. Essa vacina faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível em todas as salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS) - cerca de 32 mil, no total. Todo recém-nascido deve receber a primeira dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde. A vacina está disponível no SUS desde 1998.
A oferta dessa vacina estende-se, também, a outros grupos em situações de maior vulnerabilidade, independentemente da faixa etária.

 

 


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