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03 de outubro de 2018

Palestra alerta funcionários para relação obesidade e saúde do coração

CORAÇÃO X OBESIDADE

O evento promovido pelo Setor de Saúde Ocupacional do HMTJ levou os funcionários do hospital para assistiram, esta semana, palestras curtas e objetivas sobre a importância de evitar e tratar a obesidade, uma "epidemia" que já afeta 60% dos brasileiros em algum grau e que é um enorme risco à saúde do coração. A palestra que relaciona os fatores de risco cardiovasculares, como Pressão Arterial, controle da glicemia (diabetes), dislipidemia (colesterol/gordura no sangue), dentre outros, e o controle do peso foi apresentada pelo residente de Cardiologia do HMTJ, Lucas Nicolato Almada. Ele mostrou os problemas de saúde relacionados ao descontrole do peso e enfatizou que a solução está muito (muito) menos em medicamentos, está essencialmente na relação dieta saudável/atividade física.

A chefe do setor de Cardiologia do hospital, Marselha Marques Barral também participou do encontro lembrando a importância do equilíbrio: "devemos encarar a saúde como uma conta bancária, se colocamos o que é positivo e eliminamos o que é negativo de nossa alimentação e hábitos de vida, estaremos bem, se não, a conta vai para o vermelho".

Equilíbrio também foi o recado da nutricionista Jackeline Alvarenga, do Serviço de Nutrição e Dietética do HMTJ. Ela deu dicas e desmistificou dietas da moda, enfatizando os riscos do descontrole metabólico tanto do ganho excessivo de peso, quanto da perda rápida e exagerada com tentativas de "fórmulas mágicas". "Não tem jeito, manter o peso sob controle dá trabalho e exige dedicação, mas o resultado sempre vai ser melhor que qualquer outra situação que não um peso adequado e uma boa alimentação", concluiu.

A psicóloga Mariana de Azevedo falou sobre compulsão alimentar e mostrou como se autoavaliar para saber quando a pessoa precisa de ajuda profissional ou como pode tentar se controlar no dia a dia. Ela falou dos transtornos alimentares e da importância de encarar a questão na própria mente. O problema não está só no prato, mas na forma como nos relacionamos com a comida. Carência e necessidade de atenção ou compensação do stress e outros fatores da vida, não podem ser confundidos com fome. A obesidade tem forte fator psicológico e esta relação também precisa ser tratada para garantir o resultado esperado na saúde de cada pessoa. 

 

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