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06 de dezembro de 2017

Adriana Vilella dispensa apresentações formais. Não há quem não a conheça no HMTJ. Hoje, Mestre em Enfermagem, conheceu a Maternidade enquanto acadêmica, passou um ano como monitora e num estágio extracurricular. Em 1997, se formou e um mês depois já era RT do hospital. Desde então, são 20 anos de dedicação, se não exclusiva, total.

A transição

O aprendizado com esta gestão nova foi o que culminou na expertise que tenho hoje de fazer as coisas. Claro que, antes, a gente tentava melhorar, mas não tinha embasamento, conhecimento. Para mim, a Qualidade foi muito bem-vinda. Este é um grupo gestor que dá muito acesso, para discutir ideias, é muito aberto e, por isso é uma gestãoparticipativa de verdade. No início havia um grupo gestor, todo mundo ajudando. Hoje, temos um grupo de lideranças. A ONA - que acredito ter um poder de agrupamento - nos despertou um comprometimento diferente. É diferente de qualquer outro lugar que trabalhei ou conheci, as coisas acabam fluindo. As vezes há dificuldade financeira, de espaço físico - foram aproveitados cada um dos 12 mil m2, e falta espaço ainda, porque queremos inovar mais. A gente sempre dá um jeitinho para que as coisas aconteçam a qualquer custo, a gente vai conseguir o melhor para o paciente - e é da gestão que ouvimos isso! Por isso, não dá para sair, é por isso que a pessoa fica 20 anos.

Fase profissional atual

"Passei a Responsabilidade Técnica porque eu tinha um grupo de coordenadores já muito bem treinados, e porque muito tempo na mesma posição, acaba nos cegando. Eu já não enxergava as coisas com a mesma facilidade que antes. E o grupo que está aí veio com gás total e renovou o hospital. Fico, hoje, mais como consultora, tanto para a OSS quanto como para o HMTJ. Ainda tenho um cargo, mas estamos numa fase transitória. A gestão não quer que eu me afaste e eu não quero me afastar, mas acho que tenho outras capacidades que seriam melhor aproveitadas pela instituição. E há o laço emocional, aqui é minha casa, passo mais tempo aqui do que lá. Mas até por questão de saúde - a Enfermagem consome muito e sempre trabalhei em outros lugares além daqui -, precisei diminuir todos os trabalhos. Diminui, mas abandonar a instituição, nunca!"
Adriana também é professora da Suprema e garante: "é uma faculdade diferenciada. Já atuei em outras e não tem comparação no que a gente pode fazer para o aluno, no que é ofertado. E ter o HMTJ como hospital de ensino é o melhor casamento se podia ter para quem recebe o cuidado. O paciente fala hoje que aqui se resolve o problema dele. Seja por vontade de aprender ou por pesquisa, a dedicação é real. Não vejo reclamação dos pacientes serem atendidos por alunos, recebem isso com muito significado, com muita positividade.

Recado

É um amor incondicional. Fazer a passagem do RT não foi fácil. Foi dolorido - não pelo poder, mas pelo bem que se pode fazer. Peço para as pessoas que nunca deixem de manter o comprometimento - isso é que faz a diferença nesta instituição. Conhecimento todo mundo adquire, melhorar é inerente ao que o hospital oferece, mas estar comprometido é de cada um. Que as pessoas se mantenham aqui, acreditando no poder que esta organização tem para com as outras pessoas. É nisso que não podemos deixar de acreditar.

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