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23 de janeiro de 2018

HMTJ faz parte do projeto "Melhorando a Segurança em Larga Escala no Brasil"

O Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus está entre 120 hospitais brasileiros escolhidos para integrar o Projeto "Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil". O projeto tem a participação do IHI (Institute for HealthCare Improviment), do Ministério da Saúde e de seis dos hospitais de referência brasileiros. O objetivo é criar um programa de redução de eventos infecciosos, dentro da perspectiva da Segurança do Paciente, com a meta de reduzir em 50% o número de infecções relacionadas à assistência em Saúde em todo o país.

Seis hospitais de referência, chamados "hub", vão acompanhar e orientar a implantação dos protocolos. O HMTJ será acompanhado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Os outros cinco hospitais são, além do Moinhos de Vento, do Rio Grande do Sul, Sírio e Libanês, Einstein, Beneficência Portuguesa e Hospital do Coração, todos de São Paulo. O lançamento do projeto aconteceu na segunda semana de dezembro e dela participaram o gerente geral do HMTJ, Marco Antônio Guimarães de Almeida, Denise Bortolini, coordenadora de Enfermagem da UTI, Fabíola Vieira, coordenadora de Enfermagem do Centro Cirúrgico e SCIH, Juliane Batalha, coordenadora da Qualidade e a médica Renata Ribeiro, responsável médica pelas UTIs do HMTJ.
A execução do projeto tem uma série de etapas e um diferencial será a participação da alta direção. Será formada uma comissão multidisciplinar e multisetorial, que neste primeiro ano vai atuar em uma das UTIs. A restrição a um setor visa ter controle e rigor no redesenho de um processo confiável que prevê melhorias de processos de trabalho, implantação de rondas e elaboração dos indicadores e estratégias de medição que serão, posteriormente, expandidos para outras unidades e hospitais. Ele vai medir três infecções: Pneumonia Associada a Ventilação Mecânica, Infecção de trato urinário (ITU) relacionada a SVD (sonda vesical de demora) e Infecção Primária de Corrente Sanguínea (IPCS) relacionada a CVC (cateter venoso central).

O primeiro ano prevê redução de 30% das infecções, até janeiro de 2019, e em dois anos a meta é alcançar queda uma de 50%. Quem é responsável pela condução do projeto no HMTJ é Fabíola Vieira. A proposta e o planejamento do trabalho foi apresentado à diretoria e às lideranças do hospital, na última semana de 2017, e Fabíola conta que alguns impressos já foram modificados, há um pacote de intervenções previsto, o referencial de redução das infecções é o benchmarking interno, comparando com os índices históricos da própria UTI, e a expectativa é conseguir atingir a meta principal - reduzir pela metade o volume de infecções - até final de 2019, início de 2020.

A proposta global do projeto está focada na política do cuidado centrado no paciente, e com um triplo objetivo: reduzir custos per capita, visando eficiência; melhorar a saúde dos indivíduos e da população; além de melhorar a experiência do cuidado. Fabíola explica que o projeto propõe o paciente como membro da equipe. "Pretendemos inserir a família e o paciente na implantação do projeto e esta será a principal novidade para o HMTJ", e acrescenta que esta forma de participação do paciente/família ainda está sendo amadurecida no processo.

 

 

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